Apesar da distância recomendada em torno de 2 metros, a COVID-19 aproximou as pessoas.

Seguidamente recebo mensagens de amigos e conhecidos com quem não falava há bons tempos perguntando como eu estou e se está tudo bem por aqui.

Também não foram poucas as vezes em que tomei a mesma iniciativa. Esse é o lado positivo que tiro da pandemia. O fato de estarmos nos importando mais uns com os outros.

E essa atitude é importante pra nós mesmos, pois se uma pessoa não estiver bem – se ficar infectada – as outras em sua volta também não estarão saudáveis. Nesse sentido, se importar com os outros é se importar com nós mesmos.

Com o isolamento, o percentual de pessoas que estão assistindo televisão aumentou. E os meios de comunicação estão fazendo a sua parte: ensinam diariamente como proceder para combater o coronavírus, como lavar as mãos, distância entre as pessoas, isolamento e tantos outros cuidados em tempos de crise.

Já aprendemos quase tudo que existe, sabemos que o isolamento ainda é o meio mais seguro de evitar a contaminação. O que me chama a atenção e incomoda é que, mesmo sabendo o que deve ser feito, muitas pessoas agem na rua como se não soubessem. Ou como se aquelas medidas não fossem necessárias, fosse tudo besteira.

A coisa é séria, as pessoas morrem, e de todas as idades.

Falei há pouco com um amigo de Manuas, que trabalha no ministério da saúde, que me revelou que a capital do Amazonas tem o maior número de infectados per capita do Brasil. Os hospitais estão um caos, morrendo jovens e gente de todas as idades.

Por isso, eu faço um apelo a você, que já viu em todos os jornais e noticiários o que deve ser feito para combater o coronavírus: FAÇA! Coloque em prática!

Se recomendam 1,5 metros, mantenha 2 metros das pessoas nas ruas, quando precisar realmente sair. Se não precisar, #FicaEmCasa! Se sair, saia de máscara. Lave as mãos com frequência. Não coloque as mãos no rosto. Conviva apenas em seu núcleo de casa, sem se misturar com outras pessoas. Não pegue elevador com ninguém que não seja do seu núcleo. Evite qualquer espaço público.

Nesse momento, manter distância é sinal de amor. E só o amor pode vencer o vírus.

Contudo, quando passar mantendo a distância pelas pessoas, pode sorrir e cumprimentar de longe. Afinal, a solidariedade, empatia e felicidade também contaminam. E é desse contágio que nós estamos precisando agora.

Para finalizar, experimente essa plataforma, e se gostar passe o link adiante: https://precisamos.com.br/mapa

Ela une quem quer ajudar de quem está precisando de ajuda, com base no Google Maps.

Vamos juntos, com muito amor, vencer o vírus!

Carlo Manfroi, publicitário, escritor-roteirista, professor pós-graduação em marketing, CEO da QUALÉ